Bem e malfeitores

dezembro 30, 2006 at 9:45 pm Deixe um comentário

Saddam era um tirano, um ditador sanguinário, seu nome em árabe quer dizer “aquele que enfrenta”. Alguma dúvida quanto aos atos sanguinários que ele teria cometido no Iraque? Nenhuma, até por essa característica que o acompanhou durante toda a vida: sempre fez tudo às claras, mesmo as coisas condenáveis, à luz do dia. E essa é uma característica dos atos ilegítimos, que normalmente são perpetrados às escondidas, na calada da noite, às escuras. Talvez a prepotência de Saddam fosse tanta que não se importasse com isso, e fazia tudo às claras.

Se mereceu essa morte por enforcamento? Não acredito em penas capitais, mas ele era culpado, não restam dúvidas. Fica uma dúvida na legimitidade daqueles que o sentenciaram. E, mais ainda pelo “modus operandi”, se a sentená é legítima, como explicar essa forma como foi executado, sorrateiramente, às escondidas, na calada da noite? Fica um cheiro de coisa mal arrumada, de coisa feita à sorrata, de coisa feita às pressas para evitar uma melhor apreciação sobre a sua legitimidade.

O dito malfeitor se vai com a suspeição de que aqueles que o enviam são outros malfeitores…

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Entry filed under: Opinion.

Quando o pior é o melhor Acendi um incenso…

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